Entenda as cinco características da inteligência emocional para o alcance de metas profissionais em 2016

      Por Grupo Kronberg - (0) Comentários Em 12-01-2016
      Inteligência Emocional

    Entenda as cinco características  da inteligência emocional para alcançar as metas em 2016 - Grupo Kronberg

    O início de ano representa, para muitos profissionais, um importante ponto de partida para que sejam definidas novas metas a serem aplicadas no trabalho, independentemente da área de atuação. Essa definição de metas tem como objetivo final o crescimento de cada indivíduo, que resulta na realização de seus sonhos tanto pessoais quanto profissionais.

    A Inteligência Emocional (IE) trabalha características pessoais que auxiliam no desenvolvimento e crescimento profissional dos indivíduos. Essa é uma prática que, se aplicada às metas definidas para o novo ano, ajudará no sucesso em atingi-las e, consequentemente, na realização profissional e pessoal de cada um. As características a serem trabalhadas na personalidade dos profissionais são Autoconhecimento, Autogestão, Motivação, Empatia e Habilidades sociais.

    É importante saber que a Inteligência Emocional pode ser aplicada a diferentes setores da vida, não sendo restrita apenas à área profissional. É por isso que ao definir as metas para o novo ano é preciso pensar primeiramente nos objetivos que, ao serem alcançados, se tornarão responsáveis pela realização de cada um, principalmente no ambiente de trabalho. Nessa época do ano, os profissionais tendem a procurar por algum tipo maior de mudança, como a troca de área de atuação ou a perspectiva de um novo cargo. Para tanto, é importante estabelecer metas e objetivos, perceber o que os aproxima ou afasta, criar um plano de ação e efetuar as mudanças levando em conta a personalidade de cada um.


    Aprenda as funções dessas cinco características da Inteligência Emocional

    1 – Autoconhecimento. Conhecer a si mesmo permite definir com exatidão as próprias emoções, identificando também as diferentes nuances e intensidades de cada sentimento. Ao saber de onde vem determinada reação, o profissional adquire a capacidade de se preparar e definir estratégias de antemão para situações similares no futuro.

    2 – Autogestão. Na prática da autogestão é possível reconhecer quais são as qualidades e também identificar quais as vulnerabilidades que se pode trabalhar. Administrar esses fatores significa impedir que eles se tornem um problema e permite que o profissional atue com eficácia na administração das próprias habilidades e deficiências.

    3 – Motivação. O engajamento diminui quando o alcance das metas está muito distante. Por isso, profissionais com inteligência emocional compreendem que metas tangíveis, mas ainda assim desafiadoras, são ferramentas de desenvolvimento e otimização e respeitam seus limites pessoais e profissionais. Eles entendem que o perfeccionismo exagerado pode levar à perda de produtividade e frustração.

    4 – Empatia. Pessoas empáticas têm uma boa capacidade de se relacionar e se interessam pela vida do próximo, construindo relacionamentos fortes e saudáveis, além de ter bom convívio com os demais colegas. A partir disso é possível melhorar o clima da empresa, neutralizar pessoas negativas e extrair boas experiências daquelas que enriquecem o dia a dia.

    5 – Habilidades sociais. Ter um julgamento sensível em relação às pessoas ao redor fazem com que o profissional tenha habilidade em interpretar e compreender quem está próximo a ele. Assim, torna-se possível identificar a personalidade dos colegas em pouco tempo e saber analisar suas reações em determinadas circunstâncias para saber lidar com elas.






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