A Neurociência da Confiança.

      Por Grupo Kronberg - (0) Comentários Em 06-01-2017
      Inteligência Emocional

    A Neurociência da Confiança.

     

    O artigo "A Neurociência da Confiança", publicado na Harvard Business Review de janeiro/fevereiro de 2017, edição americana, página 85, por Paul J. Zak, valida mais uma vez, os achados de nossas pesquisas, conteúdos e assessments de competências emocionais/relacionais e organizacionais – as empresas que possuem uma cultura de alta confiança são mais produtivas, têm mais energia no ambiente de trabalho, apresentam um alto grau de cooperação entre os colaboradores, uma menor rotatividade de funcionários do que empresas com baixo grau de confiança. Os colaboradores de empresas com cultura de alta confiança sofrem menos de estresse crônico e são mais felizes em suas vidas e estes fatores promovem maior desempenho.

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    Paul Zak mediu a atividade cerebral de pessoas no trabalho e como resultado desta pesquisa neurocientífica apresenta oito estratégias para auxiliar líderes a criar e gerenciar uma cultura de confiança em suas empresas. Zak encontrou uma relação universal (em toda nossa espécie – Homo Sapiens) entre o hormônio ocitocina e confiança.

     

    1. Reconhecer a excelência – imediatamente após uma meta ter sido atingida.
    2. Induzir o estresse saudável – o estresse moderado libera substâncias neuroquímicas que intensificam o foco e as conexões sociais.
    3.  Dar autonomia para os colaboradores – autonomia promove maior motivação e inovação.
    4. Promover a liberdade na arquitetura do trabalho e escolha do grupo de trabalho – quando os funcionários escolhem os projetos e a equipe com quem querem trabalhar, a produtividade e foco aumentam.
    5. Compartilhar amplamente informações – quase metade dos funcionários reportam desconhecer as estratégias, métodos e táticas de suas empresas. Esta incerteza reduz a produção de ocitocina e prejudica o espírito de cooperação.
    6. Construir relações intencionalmente – ligações sociais no trabalho têm um impacto no aumento de desempenho das pessoas.
    7. Demonstrar vulnerabilidade – líderes que pedem ajuda, desculpas e admitem suas vulnerabilidades estimulam a produção de ocitocina nas pessoas e consequentemente aumentam a confiança e cooperação no trabalho.

     

     

    O resultado do fortalecimento da confiança no ambiente de trabalho:

     

    • 74% de redução do estresse.
    • 106% maior energia no trabalho.
    • 50% maior produtividade.
    • 13% de redução do absenteísmo por doença.
    • 76% maior engajamento.
    • 29% maior satisfação com a vida.
    • 40% de redução do burnout (esgotamento nervoso).

     

    Vale a pena ler o artigo.

     

    A Kronberg vem há 16 anos fortalecendo as competências emocionais e organizacionais de líderes no Brasil e demonstrando o impacto mensurável nos resultados de negócios de suas empresas clientes. A confiança é o principal fator de liderança e de clima organizacional medido em nossos assessments e desenvolvida em nossos trabalhos.

     

    Carlos Aldan

    Powell, Ohio, Dezembro de 2016.






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